
A noite de trabalho foi longa tanto que nem deu tempo de passar em casa. Saí direto do restaurante para o aeroporto. Destino: Chile. Um super convite da Terramatter Importadora. Minha jornada começou no dia 08 de novembro e acabou dia 14 de novembro. Mais uma experiência fascinante. Esta é a quinta vez que volto ao país.
Trouxe na minha bagagem algumas curiosidades. Descobri a origem do nome do País – “Confins da Terra”, proveniente do Aimará, idioma indígena. Tem características geográficas bem diferenciadas do resto dos produtores mundiais e por isso geram vinhos com características diferentes entre si. São cerca de 100 vinícolas, tive a oportunidade de visitar 12 e ser recebido pessoalmente pelos donos, é o quinto maior exportador de vinho do mundo ficando atrás somente da França, Itália, Espanha e Austrália.
Tive como grande companheiro o “Casé”. Se não me falhe a memória andávamos cerca de 300 quilômetros por dia. Uma maratona. Saíamos às nove da manhã e só parávamos as duas da madrugada.

Casé e eu


O grande destaque fica por conta dos vinhos de “boutique”: produções pequenas e limitadas de vinhos extremamente qualificados. Carregam o conceito de autor onde o trabalho árduo do plantio e colheita se traduz nos aromas, sabores e concentrações. Não seguem critérios de produção industrial de larga escala, mas primam pelo contrato de qualidade e tem os processos de produção supervisionados pelos próprios donos das vinícolas. Em breve trarei novidades para as Casas.
No menu muito abacate, salmão, milho e um cordeirinho – ingredientes típicos de lá. Degustações e mais degustações. Pretendo voltar em março – época da colheita. Maravilha!



















